domingo, 30 de janeiro de 2011

Pé Quente

A eleição de Pituca permitiu a indicação de um novo "Senhor do Futebol da SEP". Após Cipullo e Pescarmona chegou "a hora e a vez" de Roberto Frizzo. Há um pouco mais de uma semana no comando do futebol do Palmeiras, Frizzo nada fez, ainda. Apenas procurou valorizar o elenco e manter o ambiente tranquilo (o que já é muito).

Porém, o que Frizzo mostrou, até agora, foi muita sorte: três jogos, três vitórias. Hoje, o Palmeiras enfrenta a Portuguesa no Canidé. Espero que Frizzo mantenha a escrita e confirme que é, realmente, pé quente.

O elenco do Palmeiras continua frágil e sem um "matador" no ataque. As contratações ocorridas até agora (realizadas ou encaminhadas pela ex-diretoria) não permitem otimismo. O time é praticamente o mesmo do ano passado e ainda sofre com as ausências (por questões físicas) de Valdívia e Lincoln, além do desfalque do bom lateral esquerdo Gabriel Silva (convocado para a seleção sub-20). Felipão faz o que pode com o pouco material humano que tem em mãos. Mas é muito pouco para as tradições e a grandeza do Palmeiras.

Mantenho a minha desconfiança alta e meu olhar atento para as ações do novo Senhor do Futebol da SEP.
.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Insensato coração

Bastou o Palmeiras vencer duas partidas seguidas no interior (4 a 1 no Ituano e 1 a 0 no Oeste de Itápolis) para que meu insensato coração palmeirense ficasse todo animado. Aproveitei o feriado (parabéns Sampa pelos 457 anos) e comprei o ingresso para o jogo da próxima quinta-feira contra o Paulista de Jundiaí.



Bem, deixando a paixão alviverde de lado (se é que isso é possível), minha razão me alerta para ainda olhar o time do Palmeiras meio desconfiado. Mas, como confio em Felipão e concordo coma a análise do comentarista Lédio Carmana, que reproduzo parcialmente abaixo, retomo aos poucos meu otimismo. Apesar das incertezas geradas pelas últimas eleições na SEP, espero por dias melhores, especialmente no futebol.

O Palmeiras não brilha, mas tem cara de time. Essa frase não é ufanista. Não garante que o time ganhará alguma coisa em 2011. Apenas confirma a evolução do trabalho de Luiz Felipe Scolari. Treina uma equipe mediana, tem poucas opções de banco, raramente conta com todos os titulares, seus melhores meias de ligação vivem com lesões (Valdívia e Lincoln), mas há um padrão. Dose certa de ousadia, com três atacantes em campo. Um bom chutador de fora da área (Marcos Assunção). Um promessa de bom lateral (o novo Cicinho). Não é um belo Palmeiras. Mas é ajeitadinho. Tem eficiência. E, principalmente, comprometimento. E agora, com uma possível calmaria política, é bem capaz que esse grupo alcance um pouco mais de tranquilidade para trabalhar. (...) Repito: não é um Palmeiras arrebatador. Mas tem cara de time, padrão de jogo, organização tática e postura profissional. Parece pouco, mas, em alguns momentos, é fundamental. Até porque, está mais do que provado, nem todos times do Brasil (longe disso) conseguem ter elementos tão óbvios atualmente. fonte

Avanti, Palmeiras! Forza, Palestra!
.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sapo-boi



Os Sapos (*)

Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.

Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:

Se não cumprir o que ficou estabelecido como princípios da administração terá minha discordância, não vou tolerar"  fonte

(*) Início do poema "Os Sapos", de Manuel Bandeira. Poema completo aqui.

Te cuida, Pituca!
.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Todos os homens do ex-presidente

A Mídia Palestrina tornou a nojenta política existente na SEP conhecida por um número maior de palmeirenses. Muitos fatos e situações que antes ficavam escondidos nas sombrias alamedas do clube ganham hoje as páginas dos veículos de comunicação do mundo virtual. Assim, o palmeirense fica melhor informado sobre como agem os carcamanos que lutam pelo poder na SEP. Esse fenômeno midiático é fundamental e necessário para tornar a vida intestina da SEP mais conhecida da imensa nação palmeirense. Esse conhecimento certamente provocará movimentos por mudanças. É uma questão de tempo. Apenas a democratização da informação poderá estimular e alavancar a torcida palmeirense em direção aos caminhos que provoquem maior participação do torcedor palmeirense nos destinos de seu time do coração.

Nas vésperas das últimas eleições na SEP, li um artigo no site da ESPN, intitulado “Todos os homens do ex-presidente”, assinado por Ubiratan Leal. Reproduzo o texto a seguir:

“Ah, mas a bocha vai bem.” Na primeira metade da década de 2000, uma das grandes lendas que existia sobre o Palmeiras era que Mustafá Contursi não investia no futebol para financiar modalidades amadoras e a sede social, onde ele garantiria sua força política. Bastava uma circulada pelas instalações do clube para ver que não era verdade. Nessa área os cuidados também não eram compatíveis com as necessidades mínimas.

Como gestor de um clube, Mustafá não fez muito para justificar os tantos anos que ficou no poder. Se ele ficou lá, não foi pelos resultados do futebol – sua última reeleição ocorreu após um rebaixamento do Palmeiras – ou pela prioridade à área social. Foi puramente uma questão de fidelidades políticas, de grupos de conselheiros que se unem apenas por interesses duvidosos.

Tais alianças têm força maior que qualquer argumento lógico. Não importa o estado de abandono da sede ou o desempenho pífio em campo. Mesmo quando Mustafá já havia saído ainda era tabu criticá-lo abertamente dentro dos muros da Rua Turiaçu. Um desavisado não saberia quem – mesmo entre integrantes da diretoria seguinte – ainda tinham laços com o antigo mandatário.

Por isso, as eleições do Palmeiras marcadas para esta quarta mostram o lado mais decadente do sistema político que muitos clubes brasileiros insistem em manter. Torcedores e sócios comuns têm pouco poder para influenciar a escolha de dirigentes. Os conselhos, com seus nomes que se eternizam e seus estranhos critérios de votação, prevalecem. Nesta quarta, Arnaldo Tirone, apoiado por Mustafá Contursi, é o favorito. Por seu passado, o ex-mandachuva deveria ser um personagem secundário nas disputas políticas do Palmeiras. No máximo, seu grupo entraria como participante menor para conseguir algumas cadeiras no conselho.

Para piorar, os demais candidatos não aparecem como fenômenos muito diferentes. Salvador Hugo Palaia, que rapidamente se tornou personagem folclórico no futebol paulista e jamais deu sensação de bom administrador de clube (o que não tem nada a ver com seus negócios imobiliários), se sustenta em outro grupo formado por alianças políticas. Paulo Nobre tenta angariar os que não se encaixaram nos dois candidatos mais tradicionais, mas ele é mais conhecido como o piloto de rali “Palmeirinha” do que como gestor de futebol.

Um pode ser melhor que o outro. O passado dos candidatos faz muito torcedor palmeirense torcer por Paulo Nobre. E, no momento, ele aparece como a alternativa mais justificável, pois, ao menos, tem o benefício de ser uma incógnita (melhor que uma certeza negativa). Há uma chance de ganhar, mas, se isso ocorrer, também não será pela consciência do eleitorado sobre o que é melhor para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Será uma decisão política de qualquer modo.

Claro que o Alviverde não é o único clube a viver tal cenário. O Vasco até hoje convive com o fantasma de Eurico Miranda. O Flamengo perdeu Zico por isso. Até o São Paulo, muitas vezes afagado pela mídia, deixa o torcedor de verdade fora de sua vida política. Em todos esses clubes, mudanças realmente significativas (eleições de Luiz Gonzaga Belluzzo e de Roberto Dinamite, ainda que o resultado tenha sido decepcionante) só vieram em raros momentos de mobilização em torno de uma causa. Mas eram situações casuais, que não viraram regra.

Por isso, é cada vez menos justificável os clubes se manterem longe do modelo mais democrático, que dê direito a voto a todos os sócios e sócio-torcedores (medida já adotada por alguns clubes). Há falhas nesse sistema, como abrir espaço para as torcidas organizadas se infiltrarem. Mas é algo contornável. Se houver campanha para o torcedor comum também se associar e se as eleições forem marcadas para fins de semana, é muito mais fácil a participação de torcedores “avulsos”.

Os clubes que continuarem se negando a ver o óbvio, priorizando as nebulosas panelinhas políticas, tendem a ficar para trás. É o que já se vê com o Palmeiras neste início de década.


Diversas reflexões do autor do texto correspondem ao meu pensamento sobre as “coisas” da SEP. Diversas famílias (tradicionais e influentes) sentem-se e agem como proprietárias do Palmeiras. O clube é o quintal onde disputam prestígio, poder e sabe-se lá mais o quê. São duas, até três gerações dos mesmos carcamanos que possuem uma cultura clubística voltada para seus próprios interesses e fortemente ancorada em práticas de relacionamentos e compromissos pessoais. São esses relacionamentos que determinam as escolhas dos dirigentes e, assim, mantém o statu quo no clube.

São essas relações que precisam ser enfrentadas e destruídas pela torcida do Palmeiras. No entanto, tal mudança só irá ocorrer se o torcedor palmeirense filiar-se massivamente ao clube e mudar as coisas por dentro. Penso que a maior contribuição que a Mídia Palestrina poderá oferecer aos palmeirenses é continuar a informar sobre a política da SEP e estimular o palmeirense a filiar-se ao clube.

Se a SEP permanecer nas mãos das diversas famílias de carcamanos (sejam quais forem) que dominam o clube, a década perdida que acabou de terminar será repetida com requintes de crueldades. Cabe ressaltar que essa situação não se restringe e não pode ser reduzida à figura de Tirone e seus atuais aliados. O problema, como demonstrado no texto citado acima, está na no modus operandi existente na SEP. Para vulgarizar, basta dizer que a alteração no comando da SEP representa apenas uma mudança das moscas!
.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Fantoche ou líder?

O título não é meu. É do jornalista Antero Greco, chamando o seguinte comentário:


O Palmeiras desde ontem está sob nova direção. Arnaldo Tirone, o filho, venceu com facilidade a corrida presidencial que manteve com Salvador Palaia e Paulo Nobre, representantes de uma Situação dividida. O novo mandachuva do Palestra teve as bênçãos de cardeais influentes como Carlos Facchina, Alfonso Della Monica e sobretudo Mustafá Contursi. Ungido, portanto, por enorme ala conservadora de um clube ultraconservador, que tem dificuldade de lidar com a modernidade, perde espaço e parece não se dar conta disso. O sofrimento fica para a torcida.

Se de fato é palestrino da estirpe do pai, com quem convivi muito nos meus tempos de repórter, Tirone não pode agir como fantoche. Que seja democrático e ouça seus simpatizantes. Que peça opiniões, ideias e delegue poderes e responsabilidade. Porém, espero que seja líder, atrevido, independente e sobretudo honre a quase centenária história do clube.

O Palmeiras se fez grande e respeitado com o futebol, com seus esquadrões. A tarefa de Tirone não deve limitar-se a cuidar de piscinas e de uma sede em zona valorizada da cidade. Sua missão é a de resgatar a vocação de grandes conquistas, a maior riqueza alviverde. Mas dá medo a conversa de “pés no chão”.




Essa é a dúvida que assola 9 a cada 10 palestrinos. Qual caminho seguirá Tirone? Trairá a lembrança de seu pai ou dará um chute nos fundilhos gordos de Jabba, The Hutt?



A minha razão, em um primeiro momento, mostrava-me o caminho da sabedoria popular: "diga-me com quem andas e eu te direi quem és"! Porém, minha paixão pelo Palmeiras me obriga dar ao presidente eleito o benefício da dúvida!

Assim, para impedir que a desesperança assuma completamente meu Coração Palmeirense, aguardarei um pouco mais antes de cravar que "Pituca é um fantoche do Horrendo".

ps: somente o texto já valeria a referência. No entanto, também por questões sentimentais, linko aqui mais um excepcional texto do Forza Palestra: "O retorno do nefasto". 
.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

"... ao vencedor, as batatas."

Como já era previsto, Tirone e seus aliados venceram as eleições na SEP. O pensamento de muitos é que o novo presidente do Palmeiras será um fantoche do ex-presidente Mustafá. Nas próximas semanas saberemos quem realmente é Tirone.

Os desafios que o novo presidente e seus aliados enfrentarão não são poucos. A ex-oposição, transformada agora em situação, venceu a guerra pelas batatas, mas possuem capacidade para superar os enormes problemas da SEP?

Provavelmente, para a maioria da torcida palmeirense não importa qual grupo de carcamanos comanda o Palmeiras. O que importa são os resultados obtidos no futebol. Certamente, Tirone será muito cobrado pelo sucesso nos gramados. Enquanto saboreia as batatas, o tempo já está passando e a cobrança virá de maneira forte e vigorosa.

Forza, palmeirense.
.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Há quase dois anos ...

Portões da Turiaçú: clique aqui.

Belluzzo Presidente: clique aqui.

Você não tinha o direito de errar tanto e seguidamente, professor.

Mas ... siga o seu caminho com muita saúde e que seu coração palmeirense continue batendo forte. 

Grato pelo esforço.

Ciao!
.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Sem desculpas, Belluzzo

Alguns ainda tentam defender o quase ex-presidente Belluzzo:

Legado de Belluzzo

Luiz Gonzaga Belluzzo vai deixar o Palmeiras na próxima semana sobre pedras. Há uma enorme antipatia ao presidente e uma falta de boa vontade para analisar a sua gestão. Ele está condenado ao paredão. A oposição carcomida, com ex-presidentes de gestões desastrosas, espalha o terror. Pintam Belluzzo com as cores do inferno. Divulgam na mídia números da dívida do Palmeiras como se o clube fosse o único no Brasil a viver no vermelho.
Belluzzo, evidente, não provocou uma revolução no Palestra. Cometeu erros infantis, deixou o sangue italiano falar mais alto em ocasiões que mereciam a serenidade de um catedrático. Mas não pode ser acusado como a grande tragédia do Palmeiras.
Antes de Belluzzo assumir, o clube já vivia por quase uma década na escuridão. O Palmeiras foi rebaixado no início dos anos 2000 e em meados da mesma década escapou da degola por pouco. Enfileirou uma série de times medíocres e treinadores sem lastro, fraquinhos. Não economizou. Gastou muito com jogadores de times pequenos, não andou na linha do exemplo de administração e ainda deixou uma enorme frustração na torcida que, pouco a pouco, se acostumou a viver com modéstia, catando migalhas no chão.
Belluzzo, na verdade, transformou o clube. Engordou, e muito, as receitas com marketing. Deu início ao colosso da nova arena, que vai ser a salvação do clube. Montou grandes times com jogadores de alto quilate, e ainda trouxe a Traffic, a maior novidade do futebol brasileiro nos últimos anos. Vestiu Luxemburgo, Muricy e Felipão com as cores do Palestra… e esteve na bica para ser campeão brasileiro. Não conseguiu por detalhes que em muitas vezes corroem um time vencedor.
Cobram de Belluzzo uma dívida de R$ 130 milhões que ele pode deixar para a próxima administração. Nada muito diferente das dívidas que os presidentes do Corinthians, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro, Atlético-MG, Vasco, Botafogo e, por que não?, São Paulo, Santos e tantos outros vão deixar aos seus sucessores.
A dívida do Palmeiras não é menor nem maior que a dos outros grandes clubes brasileiros.
Querem crucificar Belluzzo pelo prazer de beber o sangue que escorre dos derrotados. Ele paga por sua ousadia. Sua saída de cena é um bálsamo para as múmias que escaparam das catacumbas do velho Palestra Itália para soprar o pó do passado como se fosse o santo graal. Triste Palmeiras.


Mas, não é possível desculpar Belluzzo. Poderia até aceitar seu fracasso no futebol. Posso até entender os enormes problemas financeiros.

Porém, seu maior pecado foi ressuscitar Mustafá e os carcamanos que o acompanham. Belluzzo e seus aliados jogaram o Palmeiras nas mãos das forças das trevas. Foram incompetentes em tudo que fizeram, inclusive na política interna do clube. Nisso, não poderiam ter falhado. Mas, falharam!

Sem desculpas, Belluzzo. Espero que você e seus aliados sumam do Palmeiras.
.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Adeus, Belluzzo

O último jogo do Palmeiras sob a presidência do Prof. Belluzzo foi medíocre, como os resultados que o quase ex-presidente obteve durante longos dois anos.


Sob vaias, Palmeiras estreia com empate contra o Botafogo no Pacaembu
O Palmeiras pretende usar o Paulistão para apagar a imagem ruim deixada em 2010, quando fechou mais uma temporada sem título. Mas a ideia de “ressurreição alviverde” para 2011 não foi vista neste sábado. Apático e apresentando os mesmos defeitos do ano passado, o time estreou no Estadual com empate diante do Botafogo, 0 a 0, no Pacaembu. 
uol


Na estreia, Verdão erra como em 2010: 0 a 0 com Botafogo-SP
Arrasado pelo péssimo fim de temporada em 2010, o torcedor palmeirense sofreu na primeira guerra de 2011. Na noite deste sábado, o Verdão utilizou a base do ano passado e mostrou um futebol decepcionante na estreia do Campeonato Paulista, no empate por 0 a 0 com o Botafogo de Ribeirão Preto.
gazeta net


NADA NOVO EM 2011: VERDÃO FICA NO EMPATE NA ESTREIA
Os maus presságios de 2010 ainda assombram o palmeirense no começo de temporada. Na noite deste sábado, o Palmeiras não teve criatividade e viu na burocracia do seu jogo a principal dificuldade para tirar o zero do marcador contra o Botafogo de Ribeirão Preto: 0 a 0 no Pacaembu, na estreia do Campeonato Paulista 2011.
lance


Verdão começa a temporada no zero
Com raras chances, time é vaiado no empate sem gols com o Botafogo-SP
globo.com


Temporada do Palmeiras começa com melancólico empate contra o Botafogo-SP
O Palmeiras começou 2011 com um melancólico empate por 0 a 0 com o Botafogo-SP, neste sábado, no Pacaembu, na estreia do Campeonato Paulista. No final do jogo, diante da falta de produtividade do ataque palmeirense, a torcida reclamou: vaiou o meia Rivaldo, substituído, e pediu jogadores.
espn


Palmeiras repete erros do ano passado e só empata na abertura do Campeonato Paulista
Com o time base do ano passado, o Palmeiras só empatou com o Botafogo-SP por 0 a 0, neste sábado, no estádio do Pacaembu, pela primeira rodada do Campeonato Paulista.
folha.com


Palmeiras só empata com o Botafogo na estreia no Paulistão
Sem novidades no elenco, e sem contar com Marcos e Valdivia, o Palmeiras não começou bem o Campeonato Paulista ao ficar no empate por 0 a 0 com o Botafogo, neste sábado, no Pacaembu, em São Paulo.
estadao

Infelizmente, Belluzzo foi uma decepção. O torcedor palmeirense poderia passar sem comentários como esses:

Boca de urna ferve mais que miojo no ninho dos periquitos (fonte)

O Palmeiras entrará em ponto de bala de canhão saindo pela culatra na semana em que será escolhido o substituto do presidente-economista Luiz Gonzaga Belluzzo: Salvador Hugo Palaia, Arnaldo Tirone ou Paulo Nobre.
Por isso, a boca de urna no ninho dos periquitos em revista ferve mais que macarrão instantâneo em água quente:
1) O rombo é de apenas R$ 150 milhões, nada que o eficiente Mandrake não consiga resolver – o clube já recebeu as cotas de TV do Paulistinha até 2014;
2) Os direitos de imagem estão atrasados há mais de um mês; apenas a Lincoln, o clube deve a bagatela de 1 milhão de euros;
3) Há quem jure que o atacante Viatri, do Boca Juniors, só não foi contratado porque discutiu-se o negócio com o empresário errado;
4) Em viagem à Espanha para tentar acertar um amistoso com o Real Madrid, três dirigentes passaram por inesquecíveis momentos de felicidade quando perguntados se o time ainda estava na segunda divisão do Brasileiro;
5) Depois de colher excelentes frutos com a barriga de aluguel na maternidade Palestra Itália, a parceira de fé e irmã camarada Traffic fez de tudo para retribuir e colocou Ronaldinho Gaúcho no... Flamengo;
6) Nunca um diretor ouviu tantos elogios dos jogadores como Waldemir Pescarmona – a máquina verde-limão de lavar roupa suja lembrou a casa da mãe joana;
7) Nos últimos anos, o clube deu uma aula de planejamento digna da universidade de Harvard: contratou mais de 100 jogadores e treinadores de peso como o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo, ‘Muriçoca’ Ramalho e Felipão, mas não saiu da fila de títulos importantes;
8) O clube prometeu um Papai Noel gordo à torcida e não deu outra: montou um time de genéricos – Cicinho, Rivaldo, Dinei, Tinga e Adriano Michael Jackson;
9) O atleta do clube, como diz a própria torcida, tem de ser ‘cego’ (para não ver o salário atrasado), ‘surdo’ (para não ouvir as cornetas) e ‘mudo’ (para não municiar a galera).
10) Cabo eleitoral: Palmeiras 0 x 0 Botafogo de Ribeirão Preto.

Pois é, ADEUS, Belluzzo! Espero que você e os seus camaradas NUNCA mais retornem ao Palmeiras.
.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Novo Palestra

O blog "Novo Palestra" (clique aqui) mostra, a partir de local privilegiado, fotos panorâmicas do andamento das obras do Palestra Itália. Trata-se de iniciativa que merece destaque e aplauso. Já linkei na barra lateral e vou conferir diariamente o surgimento da API.

Repito o post Era assim ... com duas novas e sensacionais fotos.

foto de 22/10/10:


foto de 11/01/11:


Clique nas imagens para ampliá-las.
Crédito  das imagens: Blog Novo Palestra.
.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Força da torcida


Mesmo com mais um ano de resultados ruins em campo, o Palmeiras teve sucesso na venda de camisas. A Adidas ultrapassou a marca de 1,027 milhão de unidades vendidas em 2010.
Foi quase a marca do badalado gambá de Ronaldo e Roberto Carlos (1,038 milhão de camisas vendidas).


A torcida palmeirense não merece esses carcamanos (bando de incompetentes) que se apossaram da SEP. De Mustafá a Belluzzo!
.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

Tenso

A desistência de Belluzzo por Ronaldo Gaúcho, comunicada nessa bela manhã de domingo por meio de nota no site oficial da SEP (confira aqui), é o início de novo ciclo de tensão no Palmeiras. O assunto RG foi capaz de diminuir os demais, relegando-os a um segundo plano, situação essa que manteve a tampa da panela de pressão no lugar. Mas, certamente, a panela vai explodir. É uma questão de tempo. A fervura só aumenta.

A ausência de boas contratações (ou melhor, a ausência de qualquer reforço) e a saída de alguns jogadores (p.ex. Edinho) não ficará impune. O enfraquecimento de um elenco que já mostrou sua enorme fragilidade na temporada passada resultará em sérios e graves problemas para a futura diretoria da SEP. O campeonato paulista começa no próximo sábado e um início sem bons resultados será desastroso (lembrem-se de 2010) e tenso. Muito tenso!

A eleição da nova diretoria da SEP está aí e tudo indica que o fantoche Tirone ganhará. Retorno garantido de Mustafá. Dias negros e sombrios se aproximam. Mais tensão no ar!

Confesso minha desesperança com o futuro imediato do Palmeiras. Espero estar errado como errei ao esperar do grupo Muda Palmeiras e de Belluzzo uma gestão profissional e competente. Mas, no momento, o horizonte da SEP mostra-se sombrio e não há motivos para otimismo.


ps: sobre RG, anexo duas charges que são fiéis ao ocorrido:



.