segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sapos em fuga

A saparia que se apossou do Palmeiras sentiu a força dos sócios que não concordam com a maneira pela qual Caco, o sapo, fantoche do sapo-boi, conduz o Campeão do Século XX (vejam o post do Verdazzo, clicando aqui).

Os esforços da saparia em transformar o Palmeiras em um pântano de horrores precisam ser detidos. A boa e surpreendente campanha do Palmeiras no Paulistão e na Copa do Brasil, até poucos dias atrás, atenuava as críticas aos sapos e permitia que velejassem com pouca ou nenhuma marola.

Porém, o embate com a WTorre sobre a construção da Nova Arena Palestra, a opção de jogar com os gambás no Pacaembu (contrariando a Comissão Técnica e boa parte dos jogadores), não ter conseguido vetar PCO como árbitro do decisivo Dérbi e, finalmente, o desastre no Couto Pereira, provocaram um maremoto nas alamedas do clube.

A insatisfação dos sócios oriundos das arquibancadas não alinhados com a saparia é apenas um dos primeiros movimentos para afugentar os sapos e seus seguidores. A união dos sócios e da torcida que se opõem ao sapo-boi e aliados é uma questão de vida ou morte para a SEP. Unidos (oposição e torcida) são fortes o bastante para salvarem o Palmeiras. É uma questão de tempo para que os sapos saltem em fuga das alamedas. Mas ... será necessário muito esforço e trabalho.
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